De Volta!

Novidades, novidades e novidades!

 

Resumidamente, terminei o 12º ano de Artes Visuais, no Colégio Liceal de Santa Maria de Lamas, e mudei-me sensivelmente à 3 semanas para as Caldas da Raínha, Leiria. Ingressei no curso de Artes Plásticas (licenciatura), na ESAD.CR – Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Raínha, e estou adorar.

Não tenho parado um minuto, com as mudanças, nova casa, nova cidade, nova faculdade, novo ensino, novos colegas, tudo Novo!

O ambiente nas Caldas é fantástico! As pessoas são todas diferentes, vêem de todos os sítios possíveis e imaginários, a diversidade e a criatividade são palavras de Ordem aqui. Assistimos a performances, vemos as variadas colagens de ruas, temos as festas na ESAD, as jantaradas e o Caldas Late Night. Também culturalmente temos muitos pontos de interesse como o Parque D. Carlos I, ideal para relaxar e passear, perto do mercado da fruta que se realiza todas as manhãs, na Praça da República. Temos o Hospital Termal Raínha D. Leonor, o mais antigo do mundo, e a Igreja de Nossa Senhora do Pópulo, a Ermida de São Sebastião (todos século XV) e o Fontanário das Cinco Bicas (século XVIII). Se o assunto for museus, temos 10 museus nas Caldas:

  •  Casa-Museu S. Rafael – Cerâmica/ Fábrica Bordalo Pinheiro/ Séc. XIX – www.fabordalopinheiro.pt
  • Casa Museu Rafael Bordalo Pinheiro – Colecção Bordaliana/ Cerâmica/ Gravura/ Pintura/ Desenho/ Fotografias/ Publicações/ Documentos – www.museubordalopinheiro.pt/0101.htm
  • Centro de Artes – O Centro de Artes, espaço tutelado pela Câmara Municipal das Caldas da Rainha, engloba actualmente quatro espaços: Ateliers Museus António Duarte e João Fragoso, Museu Barata Feyo e Espaço Concaswww.cm-caldas-rainha.pt 
  • Museu de Cerâmica – Instalado num Palacete romântico, rodeado de jardins e lagos, o museu tem colecções representativas de vários centros cerâmicos do país e do estrangeiro, bem como uma mostra da produção cerâmica de Caldas da Rainha, destacando-se um importante núcleo da autoria de Rafael Bordalo Pinheiro – www.ipmuseus.pt
  • Museu José Malhoa – O Museu reúne colecções de pintura, escultura, medalhística, desenho e cerâmica dos séculos XIX e XX. Destacam-se os núcleos de pintura de José Malhoa e de cerâmica de Rafael Bordalo Pinheiro – www.ipmuseus.pt
  • Museu do Ciclismo
  • Centro Cultural e de Congressos das Caldas da Rainha
  • Museu do Hospital e das Caldas – O Museu revela as memórias da Instituição e do espaço urbano que em seu torno se desenvolveu – museudohospital.wordpress.com

E claro, não nos esqueçamos da fantástica Lagoa de Óbidos, e das praias de Salir do Porto e Foz do Arelho.

Quanto à faculdade, a ESAD.CR oferece 7 licenciaturas diferentes, 5 mestrados e algus cursos de especialização tecnológica. As licenciaturas variam entre as áreas de Artes Plásticas, Design Industrial, Design de Cerâmica e Vidro, Design Gráfico e Multimédia, Design de Ambientes, Som e Imagem, e Teatro. Os mestrados variam em Artes Plásticas, Design de Tipografia, Design de Produto, Gestão Cultural e Teatro.

( – planos de estudo: http://www.esad.ipleiria.pt/index.php?id=491 )

O Ambiente na ESAD.CR é fantástico, e existe mobilidade e troca de conhecimentos entre os cursos. Decorrem também exposições, colóquios, manifestações artísticas, peças de teatro, entre imensas outras coisas. A ESAD.CR presta vários serviços aos alunos tais como: Oficina de Cerâmica, Gesso e Vidro; Oficina de Metais; Oficina de Madeiras; Oficina de Gravura/ Serigrafia; Oficina de Teatro; Oficina Digital; Espaço Fotografia; Oficina de Audiovisuais; Armazém de Ferramentas; Serviço de Informática; Laboratório de Prototipagem Digital; Gabinete de Comunicação e Organização de Eventos; Secção Académica; Biblioteca; SARI – Sector de Apoio às Relações Internacionais; Contabilidade/ Tesouraria; SAPE – Serviço de Apoio ao Estudante.

A semana de recepção ao caloiro, foi a semana passada e contou com muita animação! Podem dar uma espreitadela ao plano que foi feito – http://www.facebook.com/event.php?eid=149409365100188&ref=mf

A ESAD.CR também socializa – http://www.facebook.com/profile.php?id=100000022113335&ref=ts#!/profile.php?id=100000022113335

E a turma de Artes Plásticas de 1ºano também – http://www.facebook.com/profile.php?id=100000022113335&ref=ts#!/group.php?gid=107989282598487

Em relação aos trabalhos desenvolvidos nas férias em breve vou publicá-los, assim como os novos projectos na faculdade!

– Recomendo que visitem ou espreitem a Exposição de Finalistas ESAD.CR – http://web.esad.ipleiria.pt/esad.cr10/

– Mais informações acerca da ESAD.CR (site oficial) – http://www.esad.ipleiria.pt/index.php?id=1

Notícias Artísticas, aqui brevemente!

Até lá,

Muit’Arte

Joana Bernardo

– Citações de Nós Mesmos –

Filme Português de Goulart, em estreia, nos EUA!

 

 

A sétima obra de Rui Goulart, datada de 2008, estreia-se hoje nos cinemas Laemmle Teathers, em Beverly Hills.

As ambições de um realizador, que constitui o filme ” 1ª Vez 16 mm”, concretizaram-se. 

O filme estará em exibição durante uma semana em Los Angeles, depois de ter passado pelas salas nacionais e por festivais como a 33ª Mostra de Cinema de São Paulo ou o Festival Les Reflets, de Lyon.

Protagonizado pelo próprio Rui Goulart, conta ainda com a espanhola Marisa Paredes ou o maestro Victorino d’Almeida.

 

Sinopse: Miguel, um diretor estreante, e sua jovem equipe vivem uma série de tribulações durante as filmagens de seu primeiro longa-metragem, que se passa em Lisboa, Veneza, Paris e Madri. Sem dinheiro mas com uma grande vontade de realizar o filme, eles escolhem um formato mais barato, o 16mm, e se aventuram em um projeto no qual são quase os únicos a acreditar.

Créditos:

diretor
Rui Goulart
roteiro
Rui Goulart
fotografia
Vasco Riobom, Alexandre Gonçalves
montagem
Pedro Pinheiro
elenco
Rui Goulart, Ana Reis, José Miguel Monteiro, Marisa Paredes
produtora
Chiado Terrasse Filmes
140 minutos
color, 35mm

 

Director:

Rui Goulart

Nasceu em Luanda, Angola, em 1962. Diretor e produtor independente, já dirigiu dois curtas-metragens, entre eles Pensão Internacional (2002, 27ª Mostra), selecionado pelo Festival de Veneza. Seu primeiro longa-metragem, Em Obsessão (1988), integrou a seleção do Festival de San Sebastian. Dirigiu na sequência mais três longas-metragens: Fábula em Veneza (1991), Abstracto (1997) e Sem Destino – Lisboa Los Angeles (2000). 1ª Vez 16mm é seu quinto longa-metragem.

– Festival Tonalidades | Espinho 28/05

 

O Auditório de Espinho recebe sexta (dia 28) e sábado (dia 29) o festival Tonalidades, cujo cartaz dedicado a valores emergentes da música nacional tem como uma das principais atracções a música “onírica ou Arte Nova” de Emmy Curl.

É esse o nome artístico de Catarina Miranda, a jovem de Vila Real que, aos 20 anos, revela no seu desempenho como compositora, guitarrista e intérprete aquilo que a organização do festival descreve como “complexidade melódica e intimista”.

A cantora complementa essa descrição, acrescentando que, se pudesse definir a sua música através de “um nome fora da paleta de cores, a palavra seria ‘Onírico’ ou ‘Arte Nova'”.

Essas possibilidades adequam-se, aliás, ao seu pseudónimo artístico, porque se o nome “Emmy” se lhe aplica desde os tempos de liceu, “Curl” foi um sobrenome escolhido a dedo para garantia de consistência: “O caracol é o meu objecto e forma favorita desde que me lembro. Tudo o que as espirais possam significar ou lembrar tem a ver com a minha pessoa e também com a minha música – o onírico, o embalo, o espiritual, a infância, a vida”.

Essas referências delicadas não impedem que Emmy Curl seja “a personalidade exteriorizada de Catarina, talvez o seu lado mais seguro, uma personagem que expressa as inibidas águas de Miranda”.

O reverso de uma e outra tem o seu paralelo no contexto geográfico em que a artista se move, porque se, profissionalmente, ter base em Vila Real é “uma dificuldade, artisticamente é um antro de inspiração”.

Emmy explica: “Quando chego às montanhas não consigo deixar de criar mais uma canção. “Às vezes olho para toda aquela austeridade magnífica e fico imensamente convencida de que ela me escolheu para canalizar a sua beleza, apesar de eu ainda não o conseguir por completo”.

“Há coisas que a nossa mente ainda não consegue perceber, como se a beleza em excesso nos deixasse petrificados”, continua a cantora. “Adorava poder trabalhar com hologramas musicais e conseguir pintar a música com todos os tons daqueles vales”.

Entretanto, Emmy vai criando o possível: da infância trouxe a experimentação no estúdio dos pais, do conservatório preserva o dedilhado da guitarra clássica e o canto lírico, de toda a música que ouve retira méritos específicos, como os que encontra em Little Dragon, Zero 7, José Gonzalez, The Vanduras e Andrew Bird.

As canções foram crescendo, reuniram-se no EP “Ether” e, se há três anos Emmy descobriu a internet, a partir daí o público descobriu-a a ela.

Na sua página do myspace as visitas podem surgir por acaso, mas detêm-se: “Like the rain” já contabilizou quase 3500 escutas, “Sailor” aproxima-se das 5000 audições e “Epiphany” deve em breve chegar às 6000.

Esta sexta à noite, em Espinho, Emmy Curl vai partilhar o palco com “um amigo baixista”. “Metaforicamente, ele vai trazer-me a cama quente de que a minha música precisa quando é tocada só com voz e guitarra”, revela a artista. “Quem for ver o concerto e tiver previamente ouvido as minhas canções, pode esperar a equivalente surpresa”.

O festival Tonalidades realiza-se sexta e sábado à noite no Auditório de Espinho. No primeiro dia o palco cabe a Emmy Curl e Mazgani, no segundo a Long Way to Alaska e Cavalheiro.

(Retirado do DN Cartaz)

Alkantara Festival ’10

Breve definição do que é então o Alkantara Festival :

Alkantara surge na continuidade da plataforma de dança, Danças na Cidade, fundada em 1993.
Danças na Cidade desenvolveu uma intensa actividade de promoção da dança contemporânea nacional e internacional, incentivando cruzamentos e diálogo entre criadores. As várias edições do festival homónimo (1993-2004) e projectos de colaboração como o Dançar o Que é Nosso (iniciado em 1998), foram os principais marcos deste trabalho.
05 MAI 2010 | Arranque do alkantara festival 2010
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Após dois anos de preparação o alkantara festival abre, finalmente, as portas ao público a 21 de Maio, no São Luiz Teatro Municipal, em Lisboa, com o espectáculo “Radio Muezzin” de Stefan Kaegi (Rimini Protokoll), e no Teatro Nacional São João, no Porto, com “vamos sentir falta de tudo aquilo de que não precisamos” de Vera Mantero.

A partir de 21 de Maio e até 9 de Junho, são apresentados mais de 30 espectáculos, um terço dos quais são estreias mundiais, das áreas da dança, teatro e tudo o que fica entre disciplinas. Artistas dos quatro cantos do mundo rumam a Portugal para contar as suas histórias locais, alfinetes no mapa-mundo, testemunhos preciosos do estado das coisas no planeta. Colocando, no entanto, a tónica na interrogação em vez de na exclamação, e com o intuito de entrar em diálogo com o próprio espectador.

No momento que já me sentia preparada para escrever um breve artigo sobre esta perfomance, li esta crítica que foi publicada na  OBSCENA #20, e achei super interessante e detalhada.

” Há centenas de maneiras de esvaziar uma cabeça. Devemos ser felizes se existir algo lá dentro. Mas o quê? Quem precisa disso?

Na sua nova performance, Vera Mantero brinca ao teatro com cabeças. Nadia Lauro emoldurou o palco com um par de espessas cortinas de veludo vermelho, que remetem para o interior de um orgão. Um homem (Christophe Yves)entra, enérgico, do lado direito: de olhos muito abertos, traz uma cabeça na sua mão. Uma cabeça feita de plástico cor de carne, careca, com um rosto de boneca estupidamente simpático. A cabeça está virada para o chão. O pescoço é longo, o homem introduz a sua mão no interior da cabeça, procura, encontra, escava, e, triunfalmente, gera um pequeno carro vermelho. Deixa-a cair e, com o dedo do pé, tenta escavar mais. Mas sem sucesso. Encolhe os ombros e sai pelo mesmo sítio de onde entrara. O homem que se segue (Miguel Pereira) avança, trazendo uma cabeça idêntica à primeira. Abana-a, retira do bolso um colar que manipula como um pêndulo frente aos olhos, deixa-o cair, olha-o com desprezo, e sai. A seguir uma mulher (Marcela Levi) encontra várias pequenas cruzes (cristãs) de madeira e alinha-as no chão. Cada uma das muitas aparições dos quatro performers, incluindo Vera Mantero, em t-shirts e calças pretas, é diferente: os passos, as expressões, a velocidade, o som, o seu ritmo, a descoberta, a forma de deixar, ou atirar, ou rejeitar, ou libertar-se do que se achou.

Alguns dos materiais surgem mais do que uma vez, outros são únicos. Rebuçados embrulhados em vermelho e prata, carros, cruzes, um tapete feito de páginas de revistas cheias de fotografias de pessoas (cabeças), uma boneca flácida, uma pistola (que não é deixada, mas levada de volta), pó de talco, fumo, lã cinzenta a imitar um cérebro e palha. E por fim, muitas moedas e uma cabeça cheia de notas caem no chão. Lixo. Alguns crânios vazios estão também por ali. Sem pensamentos, só coisas para encher as cavidades. Será esta uma simples crítica ao consumo, ao qual obedientemente vergamos a nossa cabeça?

Felizmente a criação de Vera Mantero é mais inteligente e complexa que isso. A aparente super-teatralização da entrada, acção, saída, a euforia da surpresa, tudo isto parece quase ingénuo ou pueril. Ela alimenta a sede do espectador – e consumidor – pelo novo, novo, mais, mais, mas também mostra amor pela arte performativa. Amor que, depois de um ano de questionamento, parece estar vívido e feliz em Vera Mantero. De referir que a disposição do palco nos lembra velhos modelos científicos que explicam as funções do cérebro como teatro. Mantero dá continuidade à sua arte de trazer o interior para o exterior – e de o traduzir em corpos estranhamente ágeis – de uma forma divertida e banal: esvaziando cabeças humanas. Ao mesmo tempo, de forma subtil, ela torna audíveis as várias formas de manipular os materiais, que são parcialmente amplificados por altifalantes. Os sons são, eles próprios, distorcidos ou não correspondem ao material vista. Também a mímica e, mais tarde, reacções mais intensas dos performers sugerem um movimento interior: alegria, curiosidade, nojo, desilusão, medo, embaraço, cãibras. Mas sem nunca ser teatral – parece mais ter falta do controle de um super-ego.

Então, mais tarde, começam a sair sons da boca dos performers. Queixas. Assobios. Sorrisos. Gargalhadas. Uma mulher soluça e chora amargamente depois de cobrir o rosto com um creme dourado saído de um dos crânios. Como se ela se tivesse entregue a um poder atractivo e se tivesse perdido. Outra canta uma canção para si mesma. Um homem lê palavras inscritas em moedas: Liberty, In God We Trust. Liberté, égalité, fraternité. Os nossos valores. Valores em números, nomes dos estados, anos. 1955, 1995. Num momento, o passado e a memória mostram os seus contrastes, enquanto coisas impessoais deitadas ao chão. Uma carta, ou poema, é lido, dando a conhecer formas de cair, pessoas que estrangulam o espaço com uma face impenetrável. A história de tudo isto que “vamos sentir falta” começou com os performers sozinhos, depois reparando uns nos outros, manipulando os crânios de diversas formas – e por vezes, sendo manipulados por eles. Achar um fim foi problemático. Recorrer a instruções manuais para um gadget – como uma cabeça – gera um efeito profundo. Antes disso, houve um momento de optimismo: duas pessoas falam uma com a outra, questionando acerca de uma bandeira com um dragão. Um conto de fadas animal. Uma questão. ”

 

O criador britânico de Modesty Blaise ( a tira diária de Imprensa que começou a ser publicada no “The Evening Standard”), Peter O’Donnel, faleceu.

” Inspirada na literatura de espionagem, Modesty era uma jovem amnésica, fugitiva de um campo de refugiados grego após o final da II Guerra Mundial, que vivia de expedientes pouco lícitos. Viria mesmo a dirigir a organização criminal Network, antes de se tornar uma agente secreta ao serviço do Governo inglês. Bela, sensual e sedutora, apesar dessa nova faceta não ganhou muitos escrúpulos nem deixou de frequentar o submundo, tendo como único amigo William Garvin, um antigo mercenário. ”

Jim Holdaway desenhou a tira até à sua morte, em 1970, sendo depois substituído por Enrique Romero, John Burns, Patrick Wright e Neville Colvin. Até ao final da série, a 11 de Abril de 2001, foram publicadas 10183 tiras diárias, tendo algumas delas aparecido nas páginas do “Diário Popular”, em meados dos anos 1980, época em que a Gradiva editou um tomo intitulado “Aventuras completas de Modesty Blaise”.

Para além da BD, O’Donnell escreveu três dezenas de livros com as suas aventuras, bem como diversos romances históricos sob o pseudónimo de Madeleine Brent.

 

 

 

– Festimage ’10

Hello!

Notícias bombásticas!

Apresento-vos o Festimage. Um Festival Internacional de Imagem, promovido pela Câmara Municipal de Chaves, no norte de Portugal.

Todos os fotógrafos, amadores ou profissionais, com nacionalidade portuguesa ou não, podem participar. Cada concorrente poderá apenas enviar um trabalho até dia 14 de Maio de 2010, sendo o tema livre.

Existem duas categorias no âmbito do concurso Festimage:

  • Prémio Oficial, 9.750 € para os 5 primeiros vencedores (resultante da decisão do Júri Internacional)
  • Prémio do Público, 1.000 € para o primeiro vencedor (resultante da votação do público no site)

O Júri seleccionará os 5 melhores trabalhos entre os 50 finalistas, de dia 1 ao dia 7 de Junho, sendo anunciados os resultados no dia 9 de Junho de 2010.

Aos cinco trabalhos mais pontuados pelo júri corresponderão os seguintes prémios:

  • 1º prémio – 5.000,00 €
  • 2º prémio – 2.500,00 €
  • 3º prémio – 1.000,00 €
  • 4º prémio – 750,00 €
  • 5º prémio – 500,00 €

Os 50 trabalhos finalistas serão reproduzidos em papel, em formato de 30X40 cm (11,81X15,74 polegadas), e constituirão a exposição que se realizará, ao ar livre, na praça mais central da cidade de Chaves, que decorrerá do dia 8 de Julho até ao dia 31 de Agosto.

Consultem o site www.festimage.org para mais informações.

 Participem !