ANIMATION

Hello!

Como trabalho final de animação de Oficina Multimédia surgiram dois projectos:

1) Identifica-te :

Um projecto desenvolvido na disciplina de Oficina de multimédia, por Joana Bernardo e Bárbara Oliveira.
Técnica: Stop Motion.
Um projecto que visa questionar o espectador em relação ao seu próprio conhecimento, e alerta para que toda a gente dê importância há pessoa que é e que marque a diferença, ou seja, IDENTIFICA-TE!

2) Royal Academy of Animation:

Um projecto desenvolvido na disciplina de Oficina de multimédia, por Joana Bernardo e Bárbara Oliveira.
Técnica: Stop Motion.
Um projecto que visa compilar e interpretar de outra forma as diferenças que existem na dança como um todo, entre a Royal Academy of Dance (ballet) e outros estilos, designados por Animation.
Assim, ROYAL ACADEMY OF ANIMATION!

Experiências de Animação ( Stop Motion ) realizadas por mim:

1)

2)

3) The Force of Being:  

Um projecto desenvolvido na disciplina de Oficina de Multimédia, por Joana Bernardo. Técnica: Stop Motion. Um projecto que visa frisar a importância dos sonhos na nossa vida, e o quanto eles podem ser possíveis com força, persistência e paixão. Assim: THE FORCE OF BEING.

Espero que apreciem 😀

– Festimage ’10

Hello!

Notícias bombásticas!

Apresento-vos o Festimage. Um Festival Internacional de Imagem, promovido pela Câmara Municipal de Chaves, no norte de Portugal.

Todos os fotógrafos, amadores ou profissionais, com nacionalidade portuguesa ou não, podem participar. Cada concorrente poderá apenas enviar um trabalho até dia 14 de Maio de 2010, sendo o tema livre.

Existem duas categorias no âmbito do concurso Festimage:

  • Prémio Oficial, 9.750 € para os 5 primeiros vencedores (resultante da decisão do Júri Internacional)
  • Prémio do Público, 1.000 € para o primeiro vencedor (resultante da votação do público no site)

O Júri seleccionará os 5 melhores trabalhos entre os 50 finalistas, de dia 1 ao dia 7 de Junho, sendo anunciados os resultados no dia 9 de Junho de 2010.

Aos cinco trabalhos mais pontuados pelo júri corresponderão os seguintes prémios:

  • 1º prémio – 5.000,00 €
  • 2º prémio – 2.500,00 €
  • 3º prémio – 1.000,00 €
  • 4º prémio – 750,00 €
  • 5º prémio – 500,00 €

Os 50 trabalhos finalistas serão reproduzidos em papel, em formato de 30X40 cm (11,81X15,74 polegadas), e constituirão a exposição que se realizará, ao ar livre, na praça mais central da cidade de Chaves, que decorrerá do dia 8 de Julho até ao dia 31 de Agosto.

Consultem o site www.festimage.org para mais informações.

 Participem !

– Um Vídeo Altamente : “TELEMORAL”

Hy !

Ainda não tenho aqui elementos visuais deste projecto , mas tinha que vir aqui partilhá-lo com vocês !

Adianto-vos que é um projecto espectacular e que, mais uma vez, foi-nos dada total liberdade no subtema , já que o tema era a Responsabilidade Social.

Este projecto consiste na realização e edição de um vídeo, sendo tudo realizado por nós e todos os cargos sendo rotativos. Assim , todos somos actores, realizadores, argumentistas e técnicos.

Já que este projecto consistia em abordar a Responsabilidade Social num vídeo, decidimos abordar este tema de uma forma cómica. Assim, baseado num programa cómico surge o ” TELEMORAL. Um telejornal que contém duas reportagens acerca da responsabilidade social, abordando o vandalismo na escola e os comportamentos menos adequados a ter em público como o estar a namorar ( beijos e beijos, por exemplo). Este “TELEMORAL” remete-nos também para os anos 60 e 70.

Assim, todo o processo foi muito mais interessante. Ao escrevermos o guião pesquisamos acerca destes temas e os “crimes” que existiam neles, como no sector da caracterização das personagens também tivemos que nos informar novamente, assim como arranjar as roupas e até atitudes das típicas décadas anteriores.

O grupo está a funcionar realmente bastante bem, e tem revelado um empenho enorme. E, acima de tudo, o grupo está a divertir-se imenso, o que torna o projecto muito mais espontâneo. Desde acções como a escrita do guião, ou até a montagem do sistema de um “teleponto” à caracterização das personagens até como as filmagens.

O grupo através de uma pequenina apresentação à turma, da primeira reportagem, conseguimos testar os seus espectadores em relação ao objectivo do grupo. E objectivo alcançado, já que o público riu-se e riu-se bastante!

Neste momento, ainda estamos em edição de vídeo, mas logo que este esteja pronto venho aqui publicá-lo para que toda a gente tenha o enorme prazer de o visualizar e de dar umas boas gargalhadas!

Até lá :p

– Conflituosa Inocência

Hey :p

Inocente mas nem por isso indiferente. Porque a arte choca, deseja, consome. As pinturas de Susana Lemos têm pouco de tudo isto e um pouco mais de tudo mais. Bonecos, gatos, cores primárias, em estilo aguarela infantil. Estas são as obras que vão estar em exposição, a partir de 6 de Março, na Galeria Trindade. A autora, formada e mestrada na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa,  oferece-nos uma linguagem de iconografia infantil de seres fantásticos e enternecedores mas que convivem num mundo de decisões drásticas.

 

http://www.susanalemos.com/

 

 

 

                                                              

ORF.2

Hey ! Ando desaparecida aqui do blog a algum tempo . Não tenho tido possibilidade de vir aqui , mas hoje vou aproveitar e postar alguns artigos que tenho vindo a preparar.

Foi-nos proposto mais um projecto que consistia numa abordagem ao som através do processo criativo de uma instalação da nossa autoria. O projecto é mais uma vez orientado com um objectivo definido e um processo livre. Assim, o uso de um destes programas de som era obrigatório: Adobe Audation, Audacity, MixCraft, entre outros, já que a base do projecto é a criação de um ficheiro de som. Foi-nos imposto que o som criado por nós teria que ter no mínimo um minuto de duração. A instalação deveria (mas não obrigatório) abordar o tema de “os não-lugares”. Assim, o projecto consiste na projecção de uma instalação, ou seja, realizado através de uma exposição oral, de relatórios e esboços a nossa instalação, desenvolvendo-a até ao ponto que estaria pronta a realizar-se “fisicamente”, o que não aconteceria. Apenas o som teria que ser finalizado e realizado a fim de ser entregue. Como é habitual em todos os projectos de desenvolvidos até ao momento, o projecto inicia-se com, obviamente, a apresentação do projecto assim como a explicação de recursos a utilizar, como recomendações e exemplos fornecidos pelo Dr. Daniel. A partir deste momento, o projecto é nos entregue e inicia-se o processo individual. Este, inicia-se com o habitual brainstorming. Assim, pesquisamos inicialmente o tema “não-lugares” a fim de familiarizarmo-nos com o tema. Obtemos conhecimentos que os “não-lugares” . Tivemos também a oportunidade de observar e assistir a certas instalações de artista, já que esta era a primeira vez que planeávamos uma instalação. Após o brainstorming realizado, começamos por construir ou idealizar a instalação que iríamos projectar. Decidir tanto o subtema que utilizaríamos, como a forma como o abordaríamos, assim como o moldaríamos a uma instalação e de que forma o som seria abordado e se tornaria o elemento ou dos elementos essenciais neste projecto. Depois de definirmos esses parâmetros começamos por procurar reunir todos os elementos que intrigariam o nosso projecto, para que estes estivessem ao nosso dispor de modo a facilitar-nos a criação do ficheiro de som, já no programa. O nosso projecto consiste numa instalação acerca dos orfanatos. A opção de nos basearmos num orfanato, desde já, é baseada na nossa perspectiva negativa acerca deste assunto. Ou seja, um orfanato será considerado um “não-lugar”, supondo que não existe qualquer estabilidade paternal ou elo de ligação, abordando o que este lado negativo contém, como violações, agressões e até explorações. Será abordada uma breve comparação entre um orfanato, positiva e negativamente. Assim, esta instalação pretende que o receptor desta se aperceba do que se passa num “não-lugar” como num orfanato, e o espectador sinta alguma diferença e consiga agir. Em suma, esta instalação apela à nossa responsabilidade social que abrange toda a sociedade. O nome da instalação é apresentado como ORF.2. Achamos importante que o título do trabalho fosse simultaneamente simples e de fácil interpretação, em parte, tal como o próprio orfanato enquanto edifício e moralidade. Assim, o nome resume o que é aqui abordado, como a abreviatura de orfanato – orf.; e o que esta pretende despertar no espectador através da sigla r.s. – responsabilidade social. A instalação será realizada entre um corredor, uma sala e novamente o corredor. A instalação é toda funcional através de sensores e temporizadores. O espectador inicia o seu percurso na instalação através do corredor. Este corredor encontrar-se-á iluminado apenas através de uma luz de presença. Entretanto a luz desliga-se e surgirão o som de passos simultaneamente com as pegadas que surgirão no chão, através das tintas fluorescentes, em direcção à sala, correspondendo com o som. (Após este início de instalação, o espectador encontra-se confuso e intimidado com o assunto). Ao chegar à porta que dará acesso ao interior da sala, encontrar-se-á na porta a imagem de uma criança a fazer sinal de silêncio. Ao abrir a porta, o espectador depara-se com uma sala iluminada, com um banco no centro para que se possa sentar a ouvir os sons e a observar as imagens que estarão a ser reproduzidas. Imagens estas de crianças felizes e estas serão todas projectadas no mesmo sítio, transmitindo uma despreocupação ao espectador ao visualizar a felicidade deste orfanato. Encontrar-se-á também nesta sala a um canto uns balões de cores, simbolizando a infância feliz. Durante o tempo que o espectador permanecer na sala escutará sons de bebés a palrarem , ou do riso de uma criança, ou mesmo de uma declaração de carinho que é interpretada através de um “Gosto muito de ti”. De seguida, o som desliga-se para que o espectador se dirija novamente para o corredor, através da única saída que encontra. Assim, retoma o corredor que abandonara antes, e este estará novamente iluminado apenas pela luz de presença fraca. Aqui começarão a surgir imagens que sugerem crianças violadas, exploradas e agredidas, juntamente com o som do choro, irá ser criada uma áurea de choque. Nesse momento as imagens não são projectadas sempre no mesmo sítio, mas sim nas duas paredes e até no chão ou no tecto. Esta forma de apresentar as imagens ao espectador tende com que este se sinta confuso, intimidade até, resultando e fazendo com que o estado de espírito, alcançado anteriormente, mude drasticamente. Ao chegar ao fim do corredor, encontrará uma parede, onde estará desenhado duas mãos a cores (vermelho e azul), simbolizando as cores. Foram utilizadas estas cores por causa dos sinais obrigatório e proibido do código da estrada, já que na mesma parede será projectada o sinal de proibido com palavras que descrevem actos que deveriam ser proibidos num orfanato, tais como violação, abuso, exploração, agressão, infelicidade, entre outros, e seguidamente o sinal de obrigatório com palavras que descrevem respectivamente actos que deveriam ser obrigatórios num orfanato como amor, respeito, carinho, lugar, elo, estabilidade, educação, entre outros. O som que representa vozes repetidamente, repete cada vez que muda a palavra. Após esta projecção terminar, o corredor ficará todo escuro e somente a saída se iluminará, terminando assim a instalação ORF.2. A nossa instalação visa com que este mexa de certa forma com o espectador, que o leve no mínimo a reflectir acerca deste tema, os orfanatos e no que no seu interior se passa, que nos pertence a todos, e que leve o espectador a agir. Em suma, projectamos uma instalação que movesse alguma coisa na sociedade, de forma individualista. Combatemos também o habitual modo de vida das pessoas, actualmente, que se baseia na desistência e abandono de assuntos que mereçam responsabilidade e lucro exterior. Assim, a nossa instalação remete a impossibilidade de desistir ou recuar a partir do momento que entramos na instalação, obrigando o espectador a ter que percorrer a instalação e a visualizá-la e escutá-la toda. Através desta imposição conseguimos de forma ligeira contrariar o habitual modo de agir da sociedade. O nosso propósito era que a instalação juntamente com tudo o que a compõe como o som ficasse inconscientemente na memória das pessoas, nem que fosse apenas durante 2 minutos depois de terem finalizado a instalação, de maneira a que esta se torne uma memória consciente, e que consigam agir.